Eae pessoal. Espero que estejam todos bem. Vou escrever em português primeiro porque é minha língua, e eu traduzi para o inglês na ia. Então não sei se tá certinho.
Gostaria muito da opinião de vocês!

A uns meses atrás eu fiz um post sobre minha experiência com P.E. até então. E naquele momento eu estava em transição de um aparelho de primeira geração para o penimaster.
Como os aparelhos de primeira geração se assemelham muito a uma tala - imobilização para cura de fraturas ósseas - intuitivamente eu acreditava que o crescimento ocorria em manter o tecido tensionado. E que para estimular as células da forma correta eu deveria manter o tecido sobre tensão o máximo possível sem retirar para evitar de perder o tempo acumulado sobre tensão. Acreditava que 3 horas acumuladas seriam superiores a 7 horas fracionadas. E como nós sabemos os artigos com dispositivos de primeira geração sugerem 4 - 6 horas de uso diário (os extensores de tira de silicone).
No meio de julho eu montei um sistema de polia e passei a fazer Hanging, utilizando as instruções do aparelho de 4-6 horas, e com o pensamento de quanto mais horas em tração melhor. Passei a fazer a tração com peso de 1,2kg por uma média de 4/7 horas + 5/7 horas sobre imobilização leve, usando uma luva de silicone (tipo do silistreacher) consegui conforto com o aparelho e inclusive usei durante o sono. Cheguei a fazer mais de 16 horas totais diárias sobre tensão. Fiz um intervalo no final de julho e início de setembro subi para hangin 1,5kg e no início de agosto estava em 2kg e muitas horas, variando entre alta intensidade e “modo heal”.
No meio de agosto eu fiz uma pausa e encontrei minha namorada, que mora longe, e o comentário foi - “parece menor”. E realmente parecia, mas eu não podia “aceitar” já que eu estava acumulando muitas horas sobre tensão e minha lógica era tensão+tempo=mitose=hiperplasia=crescimento.
Com isso em mente, reiniciei tentando manter o tempo, mas reduzi o peso para 1,2kg. E parece que estagnei reduzido.
Outro dia resolvi conversar com a ia para ver o que saia e acabei por pesquisar/ler artigos recentes sobre como funciona a mecanotransdução. O que acontece no fibroblasto quando se aplica força. Como ocorre a remodelação do tecido - recorrendo a artigos que avaliam o tratamento de doença de peyronie, ensaios in vitro com fibroblastos demais e poucos da túnica albugínea e ensaios clínicos usando o aparelho restorex.
Eu achei esse aparelho muito interessante porque, os artigos demonstram a eficácia semelhante ou melhor que os aparelhos de primeira geração com menos tempo. A instrução dos estudos variou pouco e podemos resumir em usar o aparelho por 30 minutos 2x ao dia separados por 12 horas de intervalo. E me surgiu mais dúvidas, porque um aparelho que se usa 30 min continuamente e apenas 2x ao dia tinha resultados semelhantes ao que exigiam 4-6 horas.
Pessoalmente, eu acredito que a eficácia superior dos dispositivos como o restorex, vem da capacidade superior de distribuir a força aplicada sobre a circunferência do tecido de forma mais distribuída, junto a capacidade de aplicar forças maiores. Segundo o que eu pude ver o aparelho aplica forças que variam de 1kg a 3kg, sendo a faixa ótima de uso 2,04kg. Os aparelhos de tração com tiras de silicone - de primeira geração - aplicam forças de 200 a 1200g. Minha experiência pessoal 1200g é muito difícil de se conseguir usar, é um aparelho que escapa muito e a distribuição de força não é uniforme, tracionando mais a ventral e dorsal do corpo do penis.
Os aparelhos modernos demonstram resultados de ganhos em comprimento de 1,2 a 2,3 cm, 30 min dia x2, 5 a 7 dias na semana, em períodos de 6 meses. Os antigos uma média de 1 a 1,5cm, mas com recomendação de uso de 6 a 9 horas.
Extrapolando os resultados obtidos - se possível for manter uma média de crescimento de 1,5 cm a cada 6 meses, em 2 anos teríamos 6 cm, em 4 anos teríamos 12 cm e por 10 anos, chegaríamos a um total de 30 cm.
Cheguei a conclusão que o meu penis diminuiu, porque o volume de sinalização estava alto e o ambiente tecidual que eu estava gerando era pró-inflamatório, levando a diferenciação dos meus fibroblastos, em miofibroblastos, semelhante ao que acontece na Doença de Peyronie.
E que para o crescimento o ambiente deve estar pró-remodelação, e a cascata-geração de inflamação nada tem a ver com o real crescimento do tecido.
E que o crescimento tecidual deve se basear em modular o estímulo para que os mecanismos intracelulares das células produzam colágeno, MMPs e Lox, de forma que o ambiente tecidual fique pró-remodelação.
Acredito que o intervalo sugerido do restorex (30min; 2x dia;5/7 dias por semana), seja o ponto mais importante. Porque ele atende a mecânica bifásica da remodelação saúdavel, sendo o período ativo da tração onde ocorre a ativação dos mecanismos celulares para produção, secreção e maturação inicial do colágeno, MMPs e Lox, e principalmente o período refratário - o período que a célula se torna cega ao estímulo e continuar a tração torna o estímulo pró-fibrótico ou pró-inflamatório e induz a diferenciação da célula em miofibroblasto em vez de estimular o crescimento da matriz extracelular.
Além disso, respeitando os mecanismos intracelulares, evitamos reiniciar um ciclo de produção dos produtos dos fibroblastos, enquanto a célula, o núcleo e as organelas, ainda estão ocupados produzindo a leva da última sinalização, evitando ou diminuindo a sensibilização das vias e a possível diminuição de resposta frente ao estímulo.
Na doença de peyronie o tecido apresenta placas fibrosas densas - que funcionam como “mini extensores” mantendo pontos do tecido sobre tensão constante, inibindo a remodelação e estimulando a manutenção-proliferação dos miofibroblastos. O estiramento constante, induz a célula por vias pró-inflamatórias (hiperestimulação de YAP por exemplo), acionando moléculas e mecanismos intracelulares que mantêm um ciclo de retroalimentação. Os miofibroblasto possuem capacidade contrátil combinados as placas rígidas de colágeno mal-formado/mal-depositados criam um estado de rigidez estrutural (da matriz) com a aplicação da força contrátil. Um “mini extensor (força da mola/peso+imobilização) em modo constante”.
Agora eu tenho pensado que o objetivo deve ser estimular o aumento da matriz extracelular, e que os fibroblastos se multiplicarão (hiperplasia) de forma passiva-secundária de acordo com o aumento da matriz/tecido, que é um estímulo mecânico constante, mas com a sinalização adequada/natural para estimular proliferação de fibroblasto e não a diferenciação em miofibroblasto.
Teorizo que uma matriz maior - um penis maior - automaticamente estimula a multiplicação celular, sendo que nos devíamos nos concentrar em manter o tecido em estado de remodelação.
Observando tais fatos fui atrás de algum entendimento e cheguei a algumas conclusões e gostaria de compa
rtilhar e pedir a opinião de vocês.
Gostaria muito da opinião de vocês!
A uns meses atrás eu fiz um post sobre minha experiência com P.E. até então. E naquele momento eu estava em transição de um aparelho de primeira geração para o penimaster.
Como os aparelhos de primeira geração se assemelham muito a uma tala - imobilização para cura de fraturas ósseas - intuitivamente eu acreditava que o crescimento ocorria em manter o tecido tensionado. E que para estimular as células da forma correta eu deveria manter o tecido sobre tensão o máximo possível sem retirar para evitar de perder o tempo acumulado sobre tensão. Acreditava que 3 horas acumuladas seriam superiores a 7 horas fracionadas. E como nós sabemos os artigos com dispositivos de primeira geração sugerem 4 - 6 horas de uso diário (os extensores de tira de silicone).
No meio de julho eu montei um sistema de polia e passei a fazer Hanging, utilizando as instruções do aparelho de 4-6 horas, e com o pensamento de quanto mais horas em tração melhor. Passei a fazer a tração com peso de 1,2kg por uma média de 4/7 horas + 5/7 horas sobre imobilização leve, usando uma luva de silicone (tipo do silistreacher) consegui conforto com o aparelho e inclusive usei durante o sono. Cheguei a fazer mais de 16 horas totais diárias sobre tensão. Fiz um intervalo no final de julho e início de setembro subi para hangin 1,5kg e no início de agosto estava em 2kg e muitas horas, variando entre alta intensidade e “modo heal”.
No meio de agosto eu fiz uma pausa e encontrei minha namorada, que mora longe, e o comentário foi - “parece menor”. E realmente parecia, mas eu não podia “aceitar” já que eu estava acumulando muitas horas sobre tensão e minha lógica era tensão+tempo=mitose=hiperplasia=crescimento.
Com isso em mente, reiniciei tentando manter o tempo, mas reduzi o peso para 1,2kg. E parece que estagnei reduzido.
Outro dia resolvi conversar com a ia para ver o que saia e acabei por pesquisar/ler artigos recentes sobre como funciona a mecanotransdução. O que acontece no fibroblasto quando se aplica força. Como ocorre a remodelação do tecido - recorrendo a artigos que avaliam o tratamento de doença de peyronie, ensaios in vitro com fibroblastos demais e poucos da túnica albugínea e ensaios clínicos usando o aparelho restorex.
Eu achei esse aparelho muito interessante porque, os artigos demonstram a eficácia semelhante ou melhor que os aparelhos de primeira geração com menos tempo. A instrução dos estudos variou pouco e podemos resumir em usar o aparelho por 30 minutos 2x ao dia separados por 12 horas de intervalo. E me surgiu mais dúvidas, porque um aparelho que se usa 30 min continuamente e apenas 2x ao dia tinha resultados semelhantes ao que exigiam 4-6 horas.
Pessoalmente, eu acredito que a eficácia superior dos dispositivos como o restorex, vem da capacidade superior de distribuir a força aplicada sobre a circunferência do tecido de forma mais distribuída, junto a capacidade de aplicar forças maiores. Segundo o que eu pude ver o aparelho aplica forças que variam de 1kg a 3kg, sendo a faixa ótima de uso 2,04kg. Os aparelhos de tração com tiras de silicone - de primeira geração - aplicam forças de 200 a 1200g. Minha experiência pessoal 1200g é muito difícil de se conseguir usar, é um aparelho que escapa muito e a distribuição de força não é uniforme, tracionando mais a ventral e dorsal do corpo do penis.
Os aparelhos modernos demonstram resultados de ganhos em comprimento de 1,2 a 2,3 cm, 30 min dia x2, 5 a 7 dias na semana, em períodos de 6 meses. Os antigos uma média de 1 a 1,5cm, mas com recomendação de uso de 6 a 9 horas.
Extrapolando os resultados obtidos - se possível for manter uma média de crescimento de 1,5 cm a cada 6 meses, em 2 anos teríamos 6 cm, em 4 anos teríamos 12 cm e por 10 anos, chegaríamos a um total de 30 cm.
Cheguei a conclusão que o meu penis diminuiu, porque o volume de sinalização estava alto e o ambiente tecidual que eu estava gerando era pró-inflamatório, levando a diferenciação dos meus fibroblastos, em miofibroblastos, semelhante ao que acontece na Doença de Peyronie.
E que para o crescimento o ambiente deve estar pró-remodelação, e a cascata-geração de inflamação nada tem a ver com o real crescimento do tecido.
E que o crescimento tecidual deve se basear em modular o estímulo para que os mecanismos intracelulares das células produzam colágeno, MMPs e Lox, de forma que o ambiente tecidual fique pró-remodelação.
Acredito que o intervalo sugerido do restorex (30min; 2x dia;5/7 dias por semana), seja o ponto mais importante. Porque ele atende a mecânica bifásica da remodelação saúdavel, sendo o período ativo da tração onde ocorre a ativação dos mecanismos celulares para produção, secreção e maturação inicial do colágeno, MMPs e Lox, e principalmente o período refratário - o período que a célula se torna cega ao estímulo e continuar a tração torna o estímulo pró-fibrótico ou pró-inflamatório e induz a diferenciação da célula em miofibroblasto em vez de estimular o crescimento da matriz extracelular.
Além disso, respeitando os mecanismos intracelulares, evitamos reiniciar um ciclo de produção dos produtos dos fibroblastos, enquanto a célula, o núcleo e as organelas, ainda estão ocupados produzindo a leva da última sinalização, evitando ou diminuindo a sensibilização das vias e a possível diminuição de resposta frente ao estímulo.
Na doença de peyronie o tecido apresenta placas fibrosas densas - que funcionam como “mini extensores” mantendo pontos do tecido sobre tensão constante, inibindo a remodelação e estimulando a manutenção-proliferação dos miofibroblastos. O estiramento constante, induz a célula por vias pró-inflamatórias (hiperestimulação de YAP por exemplo), acionando moléculas e mecanismos intracelulares que mantêm um ciclo de retroalimentação. Os miofibroblasto possuem capacidade contrátil combinados as placas rígidas de colágeno mal-formado/mal-depositados criam um estado de rigidez estrutural (da matriz) com a aplicação da força contrátil. Um “mini extensor (força da mola/peso+imobilização) em modo constante”.
Agora eu tenho pensado que o objetivo deve ser estimular o aumento da matriz extracelular, e que os fibroblastos se multiplicarão (hiperplasia) de forma passiva-secundária de acordo com o aumento da matriz/tecido, que é um estímulo mecânico constante, mas com a sinalização adequada/natural para estimular proliferação de fibroblasto e não a diferenciação em miofibroblasto.
Teorizo que uma matriz maior - um penis maior - automaticamente estimula a multiplicação celular, sendo que nos devíamos nos concentrar em manter o tecido em estado de remodelação.
Observando tais fatos fui atrás de algum entendimento e cheguei a algumas conclusões e gostaria de compa
rtilhar e pedir a opinião de vocês.